…do meu coração…

Poesias que escrevo desde 1983, que quero compartilhar com meus amigos e com quem goste deste tipo de leitura. .

Novidade

5 de agosto de 2009

http://poetafabiosilva.blogspot.com

Arquivado em: Poesia I Comentários (0)

A falta que me falta - 1996

26 de julho de 2009

A infelicidade!

Quando se sente aquele vazio

reparando que se esta só

quando qualquer musica triste

da a sensação e a vontade de chorar.

Quando nada parece dar certo

quando todos os amores são incertos

e nunca ninguém esta por perto

e ninguém entende o que se esta sentindo

e não conseguimos expressa-los.

A noite parece tão longa

o dia parece tão castigante

os amigos tão estranhos

e o amor cada vez mais distante.

Quando vem a vontade de morrer

de gritar, esmurrar e correr

com o cheiro do álcool cada vez mais forte

e o cigarro queimando nos dedos

e não se tem nenhum segredo

e na realidade só existe o medo

de morrer sozinho

e ter que abraçar

a infelicidade!

Arquivado em: Poesia I Comentários (2)

Paz na alma - 1996

22 de julho de 2009

A paz a de reinar

entre todas as pessoas

há de haver sorrisos nas crianças

purificando todos os corações.

 

Um dia haverá paz

em almas perdidas

guerras? Só as do amor

ódio? Palavra esquecida.

 

Um dia todos os povos irão se abraçar

e o amor será a língua universal

todos se respeitarão

mostrando uma vida sem igual.

 

Um dia a paz a de reinar

neste coração poético

neste espírito enfraquecido

neste ser apaixonado.

 

Um dia a paz ira chegar

quando a morte me abraçar!

Arquivado em: Poesia, Poesia I Comentários (0)

Este é o ultimo poema que escrevo pensando em você - 1996

12 de julho de 2009

Vai o anjo pelo céu

seguindo o trem azul

flecha o meu coração de papel

deixa o meu espírito nu.

Porque isto tem que acontecer

porque temos que nos apaixonar

sofremos mais ao crescer

e ao crescer sofremos por amar.

Eu não queria te conhecer

não pedi para chorar

eu queria tanto te esquecer

para não ver você me rejeitar.

E no céu tem um anjo

que me entende e não me da sorte

seria fácil um arranjo

e o amor seria a minha morte.

Não verei mais as tuas lágrimas

quero ver o meu amor morrer

não me verás mais, mas…

também não vou mais te ver.

Este é o ultimo poema

que escrevo pensando em você.

Arquivado em: Poesia I Comentários (0)

Apolitico - 1995

28 de junho de 2009

Passos solitários na esquina

tilintam uma verdadeira saudade

e em seus olhos de menina

lembram nossos políticos covardes.

 

Uma vida subnutrida

enquanto na câmara se discutem salário

uma vida construída

em um triste calvário.

 

 Eles a olham com cara de pena

mas dizem que nada podem fazer

sem essa criança tão pequena

certamente nosso futuro ira padecer.

 

Já é hora de alguém lutar

alguém lhe mostrar um caminho a seguir

com a tristeza de a criança acabar

e vê-la para o mundo sorrir.

Arquivado em: Poesia, Poesia I Comentários (0)

E assim eu ressuscitei - 1995

Eu vou sempre ao teu encontro

como um miserável mortal

sempre me sentindo tonto

do meu grande amor banal

 

Nada disso aconteceu

você não é só minha amiga

meu amor não padeceu

pois você é minha vida

 

E assim eu ressuscitei.

 

Arquivado em: Poesia, Poesia I Comentários (0)

Carros antigos - 1995

Carros antigos

vidas novas

amores velhos

carros velhos.

 

Lágrimas me deixam

carros atuais

não são iguais

carros antigos

não se fazem mais.

 

Quero correr

naquele carro antigo

quero viver

como aquele carro antigo

que já me deu tantas emoções.

Arquivado em: Poesia, Poesia I Comentários (0)

Tchê, me perdoa guria - 1995

Toda vida lutando

correndo atrás da vitória

vai o gaucho solitário

contando a sua história.

 

O pampa ficou pra traz

sua amada ficou pra traz

da vida desejou vitória

amor não viu jamais.

 

Triste vai o gaucho

com o seu cavalo já cansado

a guaiaca já nua

com o seu destino já traçado.

 

E na viagem

ele vê o sorriso

de sua prendinha linda

que era seu paraíso.

 

E na agonia de um fim de uma vida

o gaucho ouve a sua voz

e com um sorriso, um pouco de sorte

ainda tem tempo de exclamar

- tchê, me perdoa guria!

E abraça a sua morte.

Arquivado em: Poesia, Poesia I Comentários (0)

Feitiço - 1995

Quando te conheci

você era apenas uma conhecida

quando eu te conheci

você mudou a minha vida.

 

Quando conversamos

foi apenas uma conversa, uma vez

quando nos conversamos

eu estava amando outra vez.

 

Quando toquei sua mão

era só um toque de mãos

quando tocamos as nossas mãos

voltei para escravidão.

 

Quando beijei a tua boca

foi só um beijo na boca

quando você me beijou na boca

transmitiu-me sua paixão louca.

 

E agora eu fico a te olhar

e o teu olhar já me é distante

sangra a tristeza no meu olhar

porque me amaste por um instante.

Arquivado em: Poesia, Poesia I Comentários (0)

Tanto faz - 1995

A indiferença

que perturba

a minha cabeça

que me trata

com falsa presença

maltrata-me

me da minha sentença

mostra-me

a minha decadência

e talvez isto

sempre aconteça

você me tratando

com tanta indiferença.

Arquivado em: Poesia, Poesia I Comentários (0)
Posts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://poetafabiosilva.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.